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Parintins recebe maior ação humanitária da Amazônia com apoio da Prefeitura e FAB

Projeto Voluntários do Sertão vai realizar milhares de atendimentos gratuitos em saúde e assistência social no município

Parintins recebe maior ação humanitária da Amazônia com apoio da Prefeitura e FAB Fotos: Acervo Voluntários do Sertão Notícia do dia 26/05/2026

 

A Prefeitura de Parintins reforçou o apoio à realização da 22ª edição do projeto Voluntários do Sertão, que acontece entre os dias 30 de maio e 7 de junho, em parceria com a Força Aérea Brasileira (FAB), por meio da Operação Exercício Excelsior.

 

A iniciativa humanitária levará atendimentos gratuitos de saúde e assistência social para comunidades em áreas de difícil acesso da Amazônia, consolidando Parintins como um dos principais polos da ação em 2026.

 

Para alinhar os preparativos da operação no município, a Prefeitura realizou, nesta segunda-feira (25), uma reunião com os setores envolvidos no suporte logístico, estrutura física, fornecimento de insumos e apoio operacional às equipes participantes.

 

A estrutura mobilizada inclui apoio no transporte, organização dos espaços de atendimento, suporte técnico e articulação entre as secretarias municipais. A expectativa é de que milhares de atendimentos sejam realizados nas áreas de medicina, odontologia, enfermagem, psicologia e assistência social.

 

O prefeito Mateus Assayag destacou a importância da parceria para atender comunidades que mais necessitam de assistência.

 

“Parintins tem orgulho de receber uma ação dessa dimensão, que une solidariedade, cuidado e compromisso social”, afirmou.

 

Com mais de 25 anos de atuação, a organização Voluntários do Sertão já realizou mais de 500 mil atendimentos gratuitos em diferentes regiões do Brasil. Em 2025, a parceria com a FAB promoveu mais de 58 mil atendimentos em comunidades da Amazônia paraense.

 

Agora, em 2026, Parintins recebe uma das maiores mobilizações solidárias do país, ampliando o acesso a serviços essenciais e fortalecendo ações humanitárias no baixo Amazonas.

 

Texto: Jailson Amazonas/SECOM