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Autazes oferece recompensa por informações sobre incêndios criminosos

Desde o início da crise, 11 pessoas foram presas no município por conta de queimadas

Autazes oferece recompensa por informações sobre incêndios criminosos Redes Sociais Notícia do dia 20/10/2026

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O Município de Autazes, no Amazonas, instituiu recompensa pecuniária no valor de R$ 1.000,00 por informações que contribuam efetivamente para a identificação e prisão de responsáveis por incêndios dolosos no município. A medida consta no Decreto nº 77, de 17 de outubro de 2026, publicado no Diário Oficial Eletrônico dos Municípios do Estado do Amazonas desta terça-feira, 20 de outubro, assinado pelo prefeito José Thomé Neto.

 

De acordo com o decreto, a iniciativa considera a situação de emergência ambiental, sanitária e agropecuária decorrente dos incêndios, queimadas e deterioração da qualidade do ar no município, reconhecida pelo Decreto Municipal nº 75/2026, além da necessidade de ampliar a colaboração da população com os órgãos competentes.

 

A recompensa será de R$ 1 mil por ocorrência, independentemente do número de pessoas presas. O pagamento será feito pela Secretaria Municipal de Finanças, em parcela única, mediante transferência bancária, em até 30 dias após a decisão definitiva. O decreto permite comunicações anônimas para apuração, mas exige identificação reservada para o pagamento, com identidade e dados bancários mantidos em acesso restrito.

 

O decreto tem vigência inicial de 45 dias a partir da publicação e veda o uso da divulgação para promoção pessoal, candidaturas ou partidos.

 

11 presos e auxílio federal

 

Desde o início da operação de combate aos incêndios criminosos, *11 pessoas já foram presas no município de Autazes* por envolvimento com queimadas ilegais, conforme balanço das forças de segurança.

 

Para o enfrentamento da emergência, o município tem contado com *auxílio do Governo Federal*, com apoio de equipes, equipamentos e recursos para ações de prevenção, fiscalização e assistência à população afetada pela fumaça e pelos danos ambientais.

 

Márcio Costa/AmEmPauta