Foto: Divulgação
Notícia do dia 01/10/2025
Segmentos em Parintins Parintins estão mobilizados em torno da construção da Fazenda da Esperança, um projeto de acolhimento que conta com a participação de voluntários, religiosos — entre eles o Bispo Mário Pasqualotto — e da comunidade em geral. A iniciativa busca oferecer dignidade, recuperação e novas oportunidades de vida para pessoas em situação de vulnerabilidade e dependência química.
Segundo a professora Lídia Farias, a obra já começou em um terreno amplo e de grande valor simbólico, doado pelo saudoso doutor Renato Menezes. "A construção está sendo feita lá na área, em um terreno muito bonito, grande, por sinal, que foi uma doação do nosso saudoso doutor Renato Menezes. A princípio temos apenas uma casa praticamente pronta, faltando alguns detalhes, mas o projeto em si visa sete casas. Para conseguirmos tudo isso, precisamos de pessoas generosas e solidárias que possam ajudar financeiramente”, destacou.
Para garantir a continuidade da obra, a campanha de arrecadação está sendo realizada em diferentes frentes.
“Quem quiser colaborar pode comparecer às instituições e empresas públicas e privadas, onde estamos deixando os cofrinhos, ou até mesmo fazer uma visita ao empreendimento na Vila Amazônia. É um projeto para o bem, um empreendimento público, mas acima de tudo muito propício para fazer o bem a quem precisa”, explicou a professora.
A Fazenda da Esperança é reconhecida internacionalmente como um espaço de recuperação e de resgate da dignidade humana. Em Parintins, a unidade está em fase de construção e depende totalmente da solidariedade da comunidade.
“A Fazenda da Esperança tem um objetivo de fazer o bem, como todo ser humano deveria ter consciência: o bem faz bem. Estamos em campanha de construção, passando nas instituições públicas e privadas, deixando panfletos para divulgação e o nosso cofrinho em formato de casinha para arrecadar contribuições. Além disso, temos o QR Code para doações via Pix, em nome do padre Mário. A Fazenda sobrevive de doações da comunidade. Todos nós somos convidados a colaborar, seja com recursos, seja com orações, para que nossos irmãos que já estão ou que futuramente irão para lá possam valorizar-se cada vez mais e ter a dignidade humana que todos precisamos”, reforçou Lídia.
Márcio Costa/ AmEmPauta