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PARÁ: Extração ilegal de madeira em terras indígenas cresce

Dados da Rede Simex mostram também que 41% da atividade madeireira em território paraense não é autorizada

PARÁ: Extração ilegal de madeira em terras indígenas cresce Foto: Divulgação Notícia do dia 21/09/2022

Em um período de 12 meses, a extração madeireira em territórios indígenas no Pará cresceu 11 vezes, saindo 158 hectares no período de agosto de 2019 a julho de 2020 para 1.720 hectares entre agosto de 2020 e julho de 2021, o que representa uma taxa de quase 1000%. É o que aponta o Sistema de Monitoramento da Exploração Madeirira (Simex), ferramenta da Rede Simex, formada pelo Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), o Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável da Amazônia (Idesam), o Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (Imaflora) e o Instituto Centro de Vida (ICV). As informações são do G1 Nacional.

 

 

No relatório anterior, que analisou os anos de 2019 e 2020, apenas a Terra Indígena Baú, no sudeste do Pará, havia sofrido extração madeireira. Já os dados mais recentes apontam que cinco territórios tiveram extração madeireira entre agosto de 2020 e julho de 2021, com destaque para Amanayé, localizada no município de Goianésia do Pará, que teve 73% de suas terras afetadas por essa atividade, o que corresponde 1.255 hectares.

 

 

 

"Embora presente no banco de dados de Terras Indígenas da Fundação Nacional do Índio (Funai), esse território ainda aguarda aprovação, o que o coloca ainda mais em risco", diz o Imazon.

 

 

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