Projeto da Escola Waldemar Pedrosa de Parintins concorre a premiação em votação na internet

O voto pode ser pelo endereço eletrônico www.desafioinovaescola.org.br

Projeto da Escola Waldemar Pedrosa de Parintins concorre a premiação em votação na internet Divulgação Notícia do dia 07/11/2019

Entre 1.225 inscritos no Brasil, o Projeto “Nenhum a Menos!”, da Escola Estadual Ministro Waldemar Pedrosa, foi selecionado e é um dos cinco finalistas do Prêmio “Desafio Inova”, pela Região Norte. Único a representar o Estado do Amazonas, o projeto aborda a temática sobre a educação inclusiva de crianças com necessidades especiais. A final será realizada por meio de voto popular pelo endereço eletrônico www.desafioinovaescola.org.br, a partir da meia noite desta quinta-feira, 07 de novembro.


A gestora da Escola Estadual Waldemar Ministro Waldemar Pedrosa, Carmen Helena Batista Azevedo, informa que o projeto precisa do apoio de cada amazonense para concorrer a R$ 10 mil em prol à uma sala de recursos. A professora Mary Sônia Dutra de Alencar é a educadora responsável, com a equipe composta Carmen Helena Batista Azevedo, Claudia Alessandra Batista Alfaia, Erica de Freitas Ferreira Souza, Evanilda Leocadio Simas, Luciane da Silva Mendes, Rejane Maria Ramos Mourão e Vilma Vasconcelos Costa.


Os amazonenses são convocados para votar no “Nenhum a menos!”, de Parintins. “De 113 projetos enviados do Amazonas, fomos o selecionado. Hoje, atendemos 12 crianças da educação especial, devidamente comprovadas com laudo médico com laudo médico. Por isso, a necessidade dessa sala de recursos. Somos 25 finalistas e concorremos ao Prêmio de Professores Inovadores no Desafio Nova Escola. Ajudem o nosso projeto. É só entrar no link do Desafio Nova Escola”, conclama a gestora.


Carmen Helena Azevedo diz que o projeto é uma ideia inovadora, construída em cima de uma problemática percebida, em 2019. “Foi o ano que mais nós recebemos crianças especiais. Tem crianças que passaram o ano e não tiveram a professora acompanhante. Idealizamos o projeto para buscarmos uma sala de recursos pedagógica, com mesa adaptada, por exemplo. Deveríamos ter todo um aparato para atender com qualidade essas crianças e isso não temos nas escolas públicas do interior”, ressalta.

 

Texto: Gerlean Brasil

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